Encerramento da exposição "A Voz das Vítimas", patente desde 14 de Abril na antiga cadeia do Aljube, em Lisboa, organizada pela Fundação Mário Soares, Instituto de História Contemporânea da FCSH da UNL e movimento cívico Não apaguem a Memória!, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República e Secretário de Estado da Cultura e parcerias com a Rádio e Televisão de Portugal e a Direcção-Geral de Arquivos.
A exposição A Voz das Vítimas já teve mais de 14.400 visitantes desde a sua inauguração no dia 14 de Abril.

Veja alguns testemunhos que os visitantes da exposição deixaram no livro de visitas.
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Interpretado expressamente para a exposição A Voz das Vítimas, em 2011, pelo Coro da Achada, dirigido por Pedro Boléo (Casa da Achada - Centro Mário Dionísio).
O designado "Hino de Caxias", criado nos inícios da década de 50, terá resultado da colaboração de diversos presos, designadamente Vasco Costa Marques, Humberto Lopes, Aurélio Santos, Carlos Aboim Inglês, Carlos Costa e Rolando Verdial.
Está já disponível a Informação 07 dirigida aos orgãos de comunicação social.















































































































Apresentação de fotografias do Aljube que serviu de mote ao debate sobre o futuro do espaço museológico aqui implantado. Esta ocasião reuniu, na celebração do dia Internacional dos Museus dedicado ao tema Museus & Memória, Catarina Vaz Pinto (vereadora da Câmara Municipal de Lisboa), Raquel Henriques da Silva (prof. História de Arte da FCSH da UNL / CNCCR), Henrique Cayatte (designer e responsável pelo projecto da exposição "A Voz das Vítimas"), Alfredo Caldeira (Fundação Mário Soares) e Artur Pinto (ex-preso político e NAM).
Preço na loja da Exposição: 20€
Preço da colecção: 8€ | Cada postal: 1€