No âmbito da exposição A Voz das Vítimas, serão organizadas todas as 5.ªs feiras (salvo entre 8 de Julho e 31 de Agosto) iniciativas/debates sobre temas desenvolvidos na exposição. Esses debates decorrerão na Sala Multimédia, às 18.00 horas.
Debate com a participação doa arqueólogos Lídia Fernandes (Museu do Teatro Romano) e Clementino Amaro (coordenador dos trabalhos arqeológicos do Aljube).
António Loja Neves e José Manuel Alves.
Debate com a participação de Fernando Pereira Marques (dirigente da LUAR - Liga de União e de Acção Revolucionária), Carlos Antunes (dirigente das BR - Brigadas Revolucionárias) e Raimundo Narciso (dirigente da ARA - Acção Revolucionária Armada).
Numa parceria estabelecida com a Fundação José Saramago, celebrou-se o 5 de Outubro e o prolongamento da exposição A Voz das Vítimas até dia 31 de Dezembro de 2011 com a leitura de excertos do livro "Levantado do Chão", de José Saramago.
A interpretação da actriz Rita Durão contou com uma plateia de cerca de 70 pessoas, entre as quais Francisco Motta Veiga, Director Municipal de Cultura, Pilar del Río, presidente da Fundação José Saramago, Violante Saramago Matos, filha de José Saramago, entre outros familiares e amigos do escritor.
Veja alguns segundos da Leitura, captados pelo Canal Q.
Associando-se às comemorações do Dia Internacional dos Museus - este ano dedicado precisamente a Museus & Memória - a exposição A Voz das Vítimas organizou, dia 17 de Maio, uma longa visita guiada e um debate sobre esta intervenção museológica e o futuro aproveitamento do edifício, com a participação de Catarina Vaz Pinto, Vereadora da CML, Raquel Henriques da Silva, Prof. de História de Arte FCSH da UNL / CNCCR, Henrique Cayatte, designer, Alfredo Caldeira, Fundação Mário Soares, e Artur Pinto, ex-preso político / NAM.
A inauguração da exposição A Voz das Vítimas teve lugar na 5.ª feira, dia 14 de Abril, às 18.00 horas, na antiga Cadeia do Aljube. Organizada pelo Movimento Cívico Não Apaguem a Memória!, pelo Instituto de História Contemporânea da FCSH da UNL e pela Fundação Mário Soares, em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa, esta exposição pretende constituir uma afirmação de cidadania na preservação da nossa memória histórica.